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A Galeria Pro Arte lhe convida a descobrir um pouco mais do universo das obras de arte e o benefício que um comprador pode ter ao adquirir um quadro ou uma escultura.Ficou interessado? Então leia a matéria que a revista Gabriel em Casa fez sobre o assunto e citou a Pro Arte como fonte.

Você irá se surpreender.

Entre em www.gabrielemcasa.com.br e boa leitura!

Se você é como a gente e não perde a chance de conhecer um museu em suas viagens, com certeza vai adorar fazer um tour online pelo the Barnes Foundation.

Ele fechou suas portas para reforma no mês passado, e o The New York Times criou este tour em seu site. Basta clicar aqui que você tem acesso a todas as salas da casa que abriga as obras da coleção de Albert C. Barnes, na Philadelphia (EUA).

O acervo conta com obras de Cézanne, Renoir, Matisse, Picasso, Modigliani, Seurat, e muitos outros. No ano de 1913, Barnes começou sua coleção e chocou muitos americanos com o radicalismo inovador do Cubismo, na época. Ele discutia sua ideia do que era realmente arte, inspirado no pragmatismo filosófico de Milliam James e John Dewey.

Aberta em 1925, na cidade de Merion, a coleção ganhou caráter de Fundação em 2004, e está prestes a ganhar uma nova casa, em maio de 2012. A maneira de como o próprio Barnes dispunha suas obras foi mantida, e este casarão de estilo neo-clássico ganhou a atenção dos apreciadores de arte de todo o mundo.

Depois dos acontecimentos da semana de arte moderna, no Rio de Janeiro, o cenário artístico nacional ficou fervoroso. Os encontros e parcerias dos artistas eram constantes, eles queriam firmar o modernismo de vez no país. Neste clima, alguns artistas começaram a utilizar uma sala no Palacete Santa Helena, antigo edifício na Praça da Sé,em São Paulo, em 1934. O primeiro a ocupar o ateliê foi Francisco Rebolo, que começou a pintar suas obras na sala 231. Em seguida, no ano de 1935, Mário Zanini chega ao prédio e divide sala com Rebolo, até pegar uma só para ele, a de número 233. Outros nomes foram chegando, e de repente já estavam no edíficio Manoel Martins, Fulvio Pennachi, Bonadei, Clóvis Graciano, Alfredo Volpi, Humberto Rosa e Rizzotti.

Imagens:
- Francisco Rebolo -Palhoça com Meninas (1943)
- Mario Zanini – Regata no Tiete (1965)
- Francisco Rebolo – Paisagem com casa (1944)

 

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A troca de conhecimentos e técnicas de pintura era imensa, além das sessões com modelos vivos e dos passeios de final de semana que a turma fazia ao centro da cidade para pintar ao ar livre. Porém, grupo ganhou visibilidade só no ano de 1936. Quando Rossi Osir e Vittorio Gobbis, na Exposição de Pequenos Quadros, na Sociedade Paulista de Belas Artes no Palácio das Arcadas, convidaram o grupo de artistas a participar da Família Artísitica Paulista (FAP).

A FAP era uma agremiação responsável pela organização de salões de arte na capital, e na época, era dirigida por Rossi Osir. Com isso, o Grupo ganhou as capas de jornais e começou a ser conhecido pela crítica especializada da época como o Grupo Helena.

No ano de 1939, Mário de Andrade identifica e conceitua pela primeira vez a existência de uma escola paulista no mundo da arte. Caracterizada por seu modernismo moderado e o academismo ainda vivo no meio paulistano.

“Éramos meia dúzia de amigos cujo traço comum era não gostar dos acadêmicos e querer a pintura verdadeira, que não fosse anedótica ou narrativa, a pintura pela pintura.”

Francisco Rebolo – depoimento – 1945

Na maioria auto-didatas, com exceção de Bonadei e Pennacchi, que estudaram Belas Artes na Itália, estes pintores por sua essência ou origem italiana, receberam uma forte influência da arte do novecento – os valores plásticos e o retorno à ordem – que significava orientar-se a partir da grande tradição da pintura italiana de Giotto aos contemporâneos dos anos 30.

O apego à representação da realidade levava-os a pintar principalmente paisagens, cujos focos eram as vistas dos subúrbios e arredores da cidade, as praias visitadas nos fins de semana e a paisagem urbana. O debruçar-se na pintura como exercício de um ofício, os artistas-artesãos, como dizia Mário de Andrade, contribuiram para um projeto moderno dedicado ao honesto, humilde, temas populares e rurais, cenas de gênero e marinhas.

O Grupo Helena trabalhou com outros gêneros também, como a natureza morta, o retrato e o auto retrato. No final da década de 30 o grupo se disfez, e a maioria de seus antigos integrantes seguiram carreira solo. Um dos que mais se destacou nesta segunda fase foi Alfredo Volpi, que já falamos aqui no Blog outra semana. Mas vale notar que artistas não-pertencentes ao Santa Helena guardam semelhanças estilísticas com os integrantes do grupo. Tais semelhanças apontam, com mais força, uma nova posição artística em São Paulo, autônoma em relação ao modernismo dos anos 1920 sem ser acadêmica.

por Renata Cerolini

Artista em seu ateliê quando vivoNeste sábado, dia 02, a Pinacoteca do Estado de São Paulo abriu a exposição Arcangelo Ianelli. São cerca de 40 trabalhos, entre pinturas, desenhos e gravuras produzidos entre a década de 40 e o ano de 2000. Desta exposição 34 obras foram doadas pelo espólio do artista. Entre os trabalhos apresentados estão desenhos como Leitura e Velho, 1940, pinturas abstratas geométricas como Paisagem e Natureza morta, ambas de 1960, Balé das formas, 1973, entre outras.

Para o curador chefe da Pinacoteca, Ivo Mesquita, o artista foi expoente do abstracionismo formal brasileiro. Óleo sobre Tela - 1980“Iniciou sua carreira como artista figurativo, principalmente paisagens urbanas e marinhas. Ao longo de sua carreira, desenvolveu uma linguagem pessoal, primeiramente com composições formais estruturadas por linhas que definem campos de cores variadas e harmoniosas”, explica Mesquita.

Serviço

Exposição Arcangelo Ianelli

Data: 02/07 à 14/08

Local: Pinacoteca do Estado de São Paulo – Praça da Luz, 2 São Paulo, SP

Horário: Terça a domingo das 10h às 17h30 com permanência até as 18h

Ingresso combinado (Pinacoteca e Estação Pinacoteca): R$ 6,00 e R$ 3,00 – Grátis aos sábados

Se você é apaixonado por arte como a gente, venha conferir neste sábado os preços incríveis que a Galeria Pro Arte preparou para seus clientes. Os convidados serão recebidos com um brunch, a partir das 10h e poderão comprar obras de arte com preços diferenciados. Todos os nossos leitores estão convidados. Tragam seus amigos e aproveitem esta oportunidade para decorar a sua casa ou aumentar a sua coleção!!
Serviço

Onde: Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 1644 – Jardim América – São Paulo (SP)
Quando: Sábado, 18 de junho de 2011
Que horas: a partir das 10h

Antigos bairros industriais da cidade estão florescendo com centros criativos da arte e projetam novos talentos para competir no mercado internacional

Photo: Itar-Tass

 Dia de abertura da exibição “Process” no centro de arte Winzavod, em 2010

Se você vive perto da estação de metro Kurskaya, em Moscou, e resolve dar uma volta pelo quarteirão agitado, logo logo será surpreendido por um oasis artístico inigualável. Ao menos é assim que os jornais e sites russos estão falando sobre Winzavod, um centro de arte contemporânea no lado oeste da cidade. Este centro nasceu entre 2005 e 2009, com a Bienal de Arte Contemporânea de Moscou, e se inspirou no modelo ocidental de transformar bairros fabris em áreas urbanas voltadas à cultura e arte.

Mas diferente de cidades como Londres e Berlim, locais como Winzavod não ressurgiram como resultado de uma reconstrução pós-industrial.
Na Europa Ocidental, esta tendência foi uma reação ao declínio de industrias tradicionais, uma necessidade de re-urbanizar estes bairros, e consequentemente o crescimento de uma produção econômica intelectual.
O país sofreu com o seu passado soviético, e teve grande dificuldade de seguir esta transição. Com a queda da União Soviética, algumas instituições artísticas foram transferidas para a iniciativa privada, que por sua vez, não demonstravam interesse em restaurar e manter estes locais.
Muitos teatros, museus, livrarias e prédios púbicos não sobreviveram e os profissionais do setor cultural enfrentaram uma mudança brusca, saindo do emprego público para a concorrência feroz de mercado. Com instituições improdutivas e custosas, o setor sofreu uma grave crise financeira. E até hoje o governo não adotou uma política cultural e econômica para a tal “indústria cultural” que seja usada na Rússia.
Por estes e outros muitos motivos, estes bairros, como Winzavod tiveram um grande sucesso e se tornaram o coração cultural da cidade e inspiram a indústria cultural, com metros e metros de muros, angares e paredes que viraram um espaço de livre expressão. Tanto para artistas famosos, como para os anônimos. Também inclui o projeto anual “Student Artfair at Artplay”, que mostra o trabalho dos estudantes, atraindo o interesse de donos de galerias de todo o país, além de experts em arte a e mídia em geral.
Fica a dica!

por Renata Cerolini

Na última semana foi realizado o segundo Leilão da Galeria Pro Arte de 2011, e mais uma vez, o retorno dos clientes foi excelente. No final de semana anterior ao evento, houve uma grande movimentação de pessoas na galeria para apreciar a exposição das obras de arte que participaram do leilão. Muitos aproveitaram o Avant Gabriel Chandon, que ocorreu no sábado, para visitar a galeria.

Por isso e por muitas outras conquista, a Galeria Pro Arte gostaria de agradecer a sua equipe, colaboradores, parceiros e principalmente, a todos seus clientes pelo grande sucesso do leilão.

Os quadros que saíram das paredes da galeria, estão agora enfeitando outros ambientes, escolhidos a dedo pelos nosso clientes, onde a arte já faz parte da decoração e da vida destas pessoas.

Fica aqui o nosso muito obrigada, com a imagem do quadro destaque de Portinari 

Menino com carneiro – óleo sobre tela – medindo 50x65cm.- assinado e datado no canto inferior direito. (Com atestado de autenticidade nº1202-A do Projeto Portinari).

Lembrem-se, já começamos a captar obras para o próximo leilão!

por Renata Cerolini

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