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Coquetel Pro Arte

Começou ontem a exposição das obras de arte do acervo da ProArte.

A mostra estará aberta das 10h às 20h, e conta com mais de 100 quadros.

A venda rápida acontece com preços especiais até o final do ano.

Na Foto,Isabelle Tuchband com o esposo, Mira e Miguel Felmanas.

Começa amanhã a exposição das obras de arte que estarão presentes no próximo Leilão ProArte.

A mostra estará aberta das 10h às 20h, e conta com mais de 100 quadros. Obras de Anita Malfati, Alfredo Volpi, Benedito Calixto, Burle Marx, Di Cavalcanti, Iberê Camargo, Portinari, Vik Muniz entre outros, estão na seleção desta edição.

 Além de esculturas de Brennand, Galvão, Stockinger e Sonia Ebling. Vale a pena conferir.

 O leilão ocorrerá na próxima segunda-feira, dia 24, na Galeria ProArte, às 21h30.

Na foto,Lasar Segall,III classe da série “Emigrantes” – ponta-seca sobre papel – medindo 28x33cm.- assinado e titulado no canto inferior esquerdo. (Reproduzido no livro Lasar Segall, por Pietro Maria Bardi, pág.148 – figura 2).

Catálogo completo no site www.proartegaleria.com.br

Por Renata Cerolini

Exposição “Tramas, tramas e tramas – Um diálogo entre arte e moda” reúne trabalhos de vários artistas baianos.

A mostra é composta por indumentárias, esculturas e obras em técnicas e materiais diversos, de estilistas, artistas visuais, designers e artistas plásticos da Bahia. São artistas ligados na atualidade e que conseguem unir esta realidade a relíquias históricas que estão expostas no Museu do Traje e do Têxtil e Museu Henriqueta Catharino, ambos dentro das instalações do Instituto Feminino da Bahia.
O projeto conta com obras de Ana Fraga, Áurea Madeira, Ayrson Heráclito, Ana Magalhães, Giovana Dantas, Márcia Ganem, Mili Genestreli, Maristela Ribeiro e Tinna Pimentel, com produçnoes que tecem tramas e laços de histórias de vida e a própria história da capital Salvador.

Serviço:
Exposição “ Tramas, tramas e tramas – Um diálogo entre arte e moda”
Data: até 23 de março de 2012
Onde: Rua Monsenhor Flaviano, 02 – Politeama, Salvador – BA
Entrada Franca

Fonte: Gabriel Online

People’s Art Dublin

Artistas de rua ganham exposição apoiada pela prefeitura de Dublin

A arte urbana mais uma vez em destaque, desta vez a cidade de Dublin, na Irlanda, é o foco deste tipo de evento. Nos dias 23, 24 e 25 de setembro os artistas voluntários do grupo “People’s Art Dublin” se reúnem no bairro de St. Stephen’s Green. A exposição é organizada anualmente com o objetivo de promover as artes visuais de artistas com poucos recursos financeiros para a população de Dublin e interessados.

Uma galeria online já está no ar no site http://www.peoplesart.ie/index.htm . Vale a pena entrar e dar uma olhada nas obras, são desde retratos até uma arte moderna bem curiosa e encantadora. E quem estiver dando uma volta pela Irlanda neste período, fica a dica do programa!!

por Renata Cerolini

A capital gaúcha recebe a partir deste final de semana a 8ª Bienal do Mercosul – Ensaios da Geopoética.

Exposição Aeropostais

As exposições da Bienal estarão em quatro locais diferentes, nos pavilhões do Cais do Porto, no Museu de Arte Moderna do RS, na Casa M e no Santander Cultural. Neste ano o evento em Porto Alegre reunirá 106 artistas de 33 países que abordam temas relevantes para a discussão de assuntos como mapeamento, colonização, fronteira, aduana, alianças transnacionais, construções geopolíticas, localidade, viajantes científicos, nação e política.

No espaço do Santander Cultural estará a exposição Pinturas Aeropostais, do artista chileno Eugenio Dittborn. Suas obras contemplam a riqueza iconográfica de técnicas como desenho, costura, pintura e colagem. Estarão expostas obras que o artista desenvolve desde os anos 80.

Uma das peças que estarão na exposição do Santander Cultural, foi produzida especialmente para o Brasil. Ela é resultado de uma viagem pelas cidades de Caxias do Sul, Pelotas e Bagé, no Rio Grande do Sul, ao longo do mês de março.

Serviço
8° Bienal do Mercosul – Ensaios de Geopoética
De 10 de setembro a 15 de novembro de 2011
Das 9h às 21h
Entrada Franca

Santander Cultural
Rua Sete de setembro, 1028 – Centro
Margs
Praça da Alfândega, sem número – Centro
Cais do Porto
Av. Mauá, 1050 – Centro
Casa M
Rua Fernando Machado, 513 – Centro

por Renata Cerolini

Fonte: www.gabrielonline.com.br

Foi aberta ontem a exposição “Mestres da Arte Baiana”, no Memorial do Instituto ACM, em Salvador (BA). A exposição faz parte da programação da Semana, Ação, Cidadania e Memória, que celebra os 84 anos de nascimento do senador Antonio Carlos Magalhães. Grafismo

Sob a curadoria de Paulo Darzé, a mostra exibe obras de artistas como Carybé, Calazans Neto, Floriano Teixeira, Emmanoel Araújo, Tati Moreno, entre outros.

Serviços

Endereço: Rua Saldanha da Gama, 2, Terreiro de Jesus
Pelourinho. CEP : 40.025-010.
Telefone: +55 71 3321-8839.
Horário de Funcionamento: Segunda a sexta das 9h às 12h e das 13h30 às 17h e Sábado das 9h às 12h.

Fonte: www.gabrielonline.com.br

A cidade de São Paulo recebe novamente a exposição De Dentro para Fora | De Fora para Dentro, que em 2009 e 2010 levou mais de 140 mil pessoas ao museu, e agora sai do âmbito nacional e respira ares internacionais.

A iniciativa do curador do MASP, Teixeira Coelho, utiliza a arquitetura do local e suas imediações como base para o graffiti, fotografia, vídeo, escultura, pintura, muralismo e colagem. Os artistas franceses Remed, JR e Invader, o tcheco Point, os argentinos Tec, Defi e Chu e a norte-americana Swoon mostrarão sua criatividade de 17 de agosto à 23 de dezembro de 2011.

Cada artista criou suas obras diretamente nas paredes de madeira que foram construídas no Hall e Mezanino da Galeria Clemente de Faria, no MASP. Além das paredes, os artistas fizeram intervenções artísticas e obras também na parte externa ao Museu. Pinturas murais, esculturas, instalações, colagens, objetos, fotografias, mapas, impressos, vídeos e animações são as principais mídias usadas pelos artistas.

Conceito:

A ideia central DE DENTRO E DE FORA é provocar no público a experiência de não saber onde está a arte. Ela pode estar em toda a parte, embaixo da escada, atrás do quadro ou dentro do buraco. Pode estar na sala de casa ou no meio da rua. Dentro ou fora do museu.

Serviço

MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
Avenida Paulista, 1578. Acesso a deficientes.

Horários:
De terças a domingos e feriados, das 11h às 18h. Às quintas-feiras: das 11h às 20h. A bilheteria fecha meia hora antes.

Ingressos: R$ 15,00. Estudante: R$ 7,00. Até 10 anos e acima de 60: livre.
Às terças-feiras: entrada gratuita.
Tel.: (11) 3251.5644

 

Fonte:http://www.gabrielonline.com.br

A Galeria Pro Arte lhe convida a descobrir um pouco mais do universo das obras de arte e o benefício que um comprador pode ter ao adquirir um quadro ou uma escultura.Ficou interessado? Então leia a matéria que a revista Gabriel em Casa fez sobre o assunto e citou a Pro Arte como fonte.

Você irá se surpreender.

Entre em www.gabrielemcasa.com.br e boa leitura!

Se você é como a gente e não perde a chance de conhecer um museu em suas viagens, com certeza vai adorar fazer um tour online pelo the Barnes Foundation.

Ele fechou suas portas para reforma no mês passado, e o The New York Times criou este tour em seu site. Basta clicar aqui que você tem acesso a todas as salas da casa que abriga as obras da coleção de Albert C. Barnes, na Philadelphia (EUA).

O acervo conta com obras de Cézanne, Renoir, Matisse, Picasso, Modigliani, Seurat, e muitos outros. No ano de 1913, Barnes começou sua coleção e chocou muitos americanos com o radicalismo inovador do Cubismo, na época. Ele discutia sua ideia do que era realmente arte, inspirado no pragmatismo filosófico de Milliam James e John Dewey.

Aberta em 1925, na cidade de Merion, a coleção ganhou caráter de Fundação em 2004, e está prestes a ganhar uma nova casa, em maio de 2012. A maneira de como o próprio Barnes dispunha suas obras foi mantida, e este casarão de estilo neo-clássico ganhou a atenção dos apreciadores de arte de todo o mundo.

Depois dos acontecimentos da semana de arte moderna, no Rio de Janeiro, o cenário artístico nacional ficou fervoroso. Os encontros e parcerias dos artistas eram constantes, eles queriam firmar o modernismo de vez no país. Neste clima, alguns artistas começaram a utilizar uma sala no Palacete Santa Helena, antigo edifício na Praça da Sé,em São Paulo, em 1934. O primeiro a ocupar o ateliê foi Francisco Rebolo, que começou a pintar suas obras na sala 231. Em seguida, no ano de 1935, Mário Zanini chega ao prédio e divide sala com Rebolo, até pegar uma só para ele, a de número 233. Outros nomes foram chegando, e de repente já estavam no edíficio Manoel Martins, Fulvio Pennachi, Bonadei, Clóvis Graciano, Alfredo Volpi, Humberto Rosa e Rizzotti.

Imagens:
- Francisco Rebolo -Palhoça com Meninas (1943)
- Mario Zanini – Regata no Tiete (1965)
- Francisco Rebolo – Paisagem com casa (1944)

 

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A troca de conhecimentos e técnicas de pintura era imensa, além das sessões com modelos vivos e dos passeios de final de semana que a turma fazia ao centro da cidade para pintar ao ar livre. Porém, grupo ganhou visibilidade só no ano de 1936. Quando Rossi Osir e Vittorio Gobbis, na Exposição de Pequenos Quadros, na Sociedade Paulista de Belas Artes no Palácio das Arcadas, convidaram o grupo de artistas a participar da Família Artísitica Paulista (FAP).

A FAP era uma agremiação responsável pela organização de salões de arte na capital, e na época, era dirigida por Rossi Osir. Com isso, o Grupo ganhou as capas de jornais e começou a ser conhecido pela crítica especializada da época como o Grupo Helena.

No ano de 1939, Mário de Andrade identifica e conceitua pela primeira vez a existência de uma escola paulista no mundo da arte. Caracterizada por seu modernismo moderado e o academismo ainda vivo no meio paulistano.

“Éramos meia dúzia de amigos cujo traço comum era não gostar dos acadêmicos e querer a pintura verdadeira, que não fosse anedótica ou narrativa, a pintura pela pintura.”

Francisco Rebolo – depoimento – 1945

Na maioria auto-didatas, com exceção de Bonadei e Pennacchi, que estudaram Belas Artes na Itália, estes pintores por sua essência ou origem italiana, receberam uma forte influência da arte do novecento – os valores plásticos e o retorno à ordem – que significava orientar-se a partir da grande tradição da pintura italiana de Giotto aos contemporâneos dos anos 30.

O apego à representação da realidade levava-os a pintar principalmente paisagens, cujos focos eram as vistas dos subúrbios e arredores da cidade, as praias visitadas nos fins de semana e a paisagem urbana. O debruçar-se na pintura como exercício de um ofício, os artistas-artesãos, como dizia Mário de Andrade, contribuiram para um projeto moderno dedicado ao honesto, humilde, temas populares e rurais, cenas de gênero e marinhas.

O Grupo Helena trabalhou com outros gêneros também, como a natureza morta, o retrato e o auto retrato. No final da década de 30 o grupo se disfez, e a maioria de seus antigos integrantes seguiram carreira solo. Um dos que mais se destacou nesta segunda fase foi Alfredo Volpi, que já falamos aqui no Blog outra semana. Mas vale notar que artistas não-pertencentes ao Santa Helena guardam semelhanças estilísticas com os integrantes do grupo. Tais semelhanças apontam, com mais força, uma nova posição artística em São Paulo, autônoma em relação ao modernismo dos anos 1920 sem ser acadêmica.

por Renata Cerolini

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